Maximino Barbosa de Sousa, mais conhecido como Padre Max, foi assassinado a 2 de abril de 1976, na Cumieira, num ataque bombista que também vitimou a estudante Maria de Lurdes Correia, que o acompanhava. Ela teve morte imediata e ele viria a falecer horas depois no Hospital de Vila Real.
O padre Max, na altura com 32 anos, e Maria de Lurdes Correia de 18 anos foram assassinados quando saiam da Cumieira, uma bomba colocada no interior da viatura explodiu vitimando-os.
Ao longo dos anos a suspeita do crime recaiu sobre o MDLP, um dos grupos bombistas de extrema-direita do pós-25 de abril, mas nada foi provado.